Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"

Enciclopédia Agrícola

O projeto da Enciclopédia Agrícola Brasileira nasceu de uma antiga idéia do pesquisador-científico Julio Seabra Inglez de Sousa que, em 1989, apresentou ao prof. Humberto de Campos, então diretor da ESALQ que, de imediato, aprovou e converteu em iniciativa de sua administração. Após o término de seu mandato, em 6 de janeiro de 1991, o projeto passou a ser apoiado por todas as Diretorias da instituição.

Em face da repercussão inicial, a Editora da Universidade de São Paulo (EDUSP) propôs à ESALQ a assinatura de contrato para editoração, distribuição e comercialização da obra. Embora científica, a Enciclopédia apresenta característica que permitem fácil entendimento do público em geral. Pioneira no País, possui 6 volumes, totalizando mais de 3.000 páginas com verbetes formulados por especialistas brasileiros.

O projeto

Para a consecução do projeto, a Diretoria da ESALQ nomeou uma Comissão Coordenadora, inicialmente composta pelos engenheiros agrônomos Julio Seabra Inglez de Sousa (presidente), prof. Aristeu Mendes Peixoto e prof. Francisco Ferraz de Toledo, encarregada do preparo dos originais, catalogação, ordenação e uniformização dos verbetes a serem elaborados conforme critérios adotados em obras da espécie. Para assessorá-los, os coordenadores contaram com a colaboração dos representantes dos departamentos da ESALQ.

Este trabalho, transcorridos mais de 18 anos, realizado pela Comissão Coordenadora e colaboradores, constituiu sempre uma atividade voluntária, sem remuneração de qualquer espécie, o que permite, de certa forma, explicar a lentidão da obra conduzida na base da boa vontade e interesse do pessoal nela engajado. Para agilizar o contato com os departamentos da Escola, a Comissão passou a contar com mais um membro, o prof. Klaus Reichardt, a partir de 1996, e, após o falecimento de Julio Seabra Inglez de Sousa, foi convidado a participar, o prof. José Molina Filho, em 1998. Desde o início do projeto, a Comissão contratou os serviços de uma assessora de redação, Maria Angélica Perina de Carvalho.

Para a padronização do modelo dos verbetes, a Comissão definiu critérios gerais que foram obedecidos na elaboração e preparo dos textos. Todavia, ao fazê-lo, procurou sistematizar a forma de apresentação, permitindo inteira liberdade para os especialistas se expressarem quanto ao conteúdo. Além disso, os verbetes levam ao seu final o nome abreviado de seus autores, sendo ainda todos relacionados em índice específico inserido em cada volume.

Os trabalhos foram iniciados por ordem alfabética para garantir a operacionalidade, tendo em conta, a necessidade de se editar um primeiro volume, tão cedo quanto possível, a fim de se proceder ao competente registro aos órgãos responsáveis (Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura), garantindo o direito à propriedade, como estabelece a legislação em vigor.

Contato

Coordenador: Prof. Aristeu Mendes Peixoto

Vendas
Foram publicados 6 volumes de, aproximadamente, 500 páginas cada um, correspondentes às letras A-B, C-D, E-H, L-M, N-R e S-Z.

Livraria EDUSP
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São Paulo: (11) 3091.2911


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