Carga Horária
Teórica por semana |
Prática por semana |
Créditos |
Duração |
Total |
2 |
2 |
8 |
15 semanas |
120 horas |
Docentes responsáveis
Celso Omoto
Objetivo
Abordar tópicos de análise de risco de evolução e manejo da resistência de artrópodes a principais
táticas de controle utilizadas em programas de manejo integrado de pragas. A disciplina envolve
discussão e apreciacão crítica da literatura científica nas áreas de resistência de artrópodes a pesticidas,
variedades de plantas resistentes a artrópodes, plantas geneticamente modificadas, agentes do controle
biológico, controle autocida, controle por comportamento e controle cultural.
Conteúdo
I. Introdução. Definição de termos. Impacto da evolução de artrópodes resistentes a táticas de controle
para os programas de MIP; II. Detecção e monitoramento da resistência de artrópodes a pesticidas.
Tipos de bioensaios. Análise matemática dos dados toxicológicos; III. Mecanismos de resistência de
artrópodes a pesticidas; IV. Fatores que afetam a evolução da resistência; V. Estratégias de manejo da
resistência. Discussão dos principais programas de manejo da resistência de pragas a pesticidas; VI.
Resistência de artrópodes a plantas hospedeiras resistentes; VII. Resistência de artrópodes a agentes do
controle biológico; VIII. Resistência de artrópodes a agentes do controle microbiano; IX. Resistência de
artrópodes a controle por comportamento; X. Resistência de artrópodes a controle autocida; XI.
Resistência de artrópodes a controle cultural; XII. Dificuldades e desafios na implementação de
estratégias de manejo da resistência de insetos (MRI).
Bibliografia
Arthropod Pesticide Resistance Database (APRD). 2026 Michigan State University. Disponível em
http://www.pesticideresistance.org
Georghiou, G. P. & T. Saito. 1983. Pest Resistance to Pesticides. Plenum, New York. 809p.
Hilbeck, A., Andow, D.A. & Fontes, E.M.G. (Eds.). 2006. Environmental risk assessment of genetically
modified organisms: Methodologies for assessing Bt cotton in Brazil. Cambridge: CABI Publishing. 400p.
Ishaaya, I. 2011. Biochemical Sites of Insecticide Action and Resistance. Springer, New York, NY. 343p.
Kim, K. C. & B. A. McPheron (eds.). 1993. Evolution of Insect Pests: Patterns of Variation. John Wiley &
Sons, New York, NY. 479p.
Le Goff, G. & R. Nauen. 2021. Recent Advances in the Understanding of Molecular Mechanisms of
Resistance in Noctuid Pests. MDPI. 158p.
McKenzie, J.A. 1996. Ecological and Evolutionary Aspects of Insecticide Resistance. Academic Press,
Austin. 185p.
Narang, S. K., A. C. Bartlett & R. M. Faust. 1993. Applications of Genetics to Arthropods of Biological
Control Significance. CRC Press, Boca Raton, FL. 199p.
National Research Council. 1986. Pesticide Resistance: Strategies and Tactics for Management. National
Academy Press, Washington. 471p.
Onstad, D.W., & L.M. Knolhoff 2022. Insect Resistance Management: Biology, Economics and Prediction.
American Press, San Diego. 554p.
Robertson, J.L., R.M. M.M. Jones, E. Olguin & B. Alberts. 2017. Bioassay with Arthropods. CRC Press,
New York. 212p.
Roush, R. T. & B. E. Tabashnik. 1990. Pest Resistance in Arthropods. Chapman and Hall, New York.
303p.
Yu, S.J. 2014. The Toxicology and Biochemistry of Insecticides. CRC Press. 380p.