Esalq tem egressos que influenciam o agronegócio

Dinheiro Rural anuncia as 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro (crédito: Gerhard Waller)

Líderes que fazem da produção de alimentos, fibras e bioenergia uma missão de vida. Assim a revista Dinheiro Rural anuncia as 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro.

Entre os ilustres, 10 deles tem em seu DNA profissional a formação na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP). A presença dos egressos reforça o significado da Esalq na formação de profissionais que atuam com protagonismo no desenvolvimento dessa atividade que se tornou o motor da economia nacional e posiciona o País como um dos principais players mundiais da cadeia agrícola.

Com essa lista, a publicação comemora o início do 15º de sua criação e traz representantes da agricultura, proteína animal, bioenergia, cooperativas, entidades, universidades, pesquisa, inovação, tecnologia, insumos, finanças, logística, governo, iniciativa sustentável e consultores.

Em ordem alfabética, confira os esalqueanos que figuram na edição especial, publicada em novembro de 2018:

- Alexandre Mendonça de Barros (engenheiro agrônomo formado em 1990) – é um dos principais consultores em projetos de análise macroeconômicas na agropecuária e na agricultura nacional. Lecionou na Esalq, é sócio-consultor da MB Agro e compõe o Conselho Superior do Agronegócio da Fiesp. Categoria: Consultorias.

- Arnaldo Bortoletto (engenheiro agrônomo formado em 1983) – está a frente da Coplacana, que completa 70 anos em 2018 e reúne 11 mil cooperados e 23 filiais. Há seis anos na presidência, se aproximou das agtechs e investiu em uma que utiliza a fotônica para analisar folhas e fertilidade do solo e em outra que monitora o gado enquanto se alimenta, para saber o melhor momento da venda. Categoria: Cooperativas.

- Carlos Alberto Paulino da Costa (engenheiro agrônomo formado em 1960) – à frente da mineira Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), maior produtora e beneficiadora global do grão, Paulino conduziu a industrialização da Cooxupé, que distribuiu R$ 30 milhões aos cooperados em 2017. Categoria: Cooperativas.

- Decio Zylbersztajn (engenheiro agrônomo formado em 1975) – seu legado é inquestionável no que se trata de cadeias produtivas. Fundador da Pensa, um centro de conhecimento do agronegócio, foi eleito o agrônomo do ano em 2018 pela Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (Aeasp). É professor da Faculdade de Economia e Administração da USP. Categoria: Universidade e Pesquisa.

- Luiz Carlos Corrêa Carvalho (engenheiro agrônomo formado em 1973) – tem se destacado à frente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). Carvalho é um defensor de mais protagonismo brasileiro nas relações internacionais. A partir de outubro de 2018, passou a coordenar o Conselho Consultivo do ESALQSHOW, evento anual que reúne lideranças da categoria na Esalq, em Piracicaba (SP) Categoria: Entidades do Agronegócio.

- Luiz Gustavo Nussio (engenheiro agrônomo formado em 1987) – na direção da Esalq, considerada uma das 5 melhores escolas do mundo em Ciências Agrárias. Nussio apresentou, em 2018, 13 projetos na área de Relação com a Sociedade, Busca da Excelência Acadêmica e Valorização dos Recursos Humanos.

- Marcos Jank (engenheiro agrônomo formado em 1984) – abrir espaço e defender a imagem dos produtos brasileiros nos países asiáticos são as tarefas de Jank, presidente da Asia Brazil Alliance, entidade mantida pela Unica, Abiec e ABPA. No posto desde 2017, Jank quer posicionar os produtos brasileiros em cada país chave na Ásia. Categoria: Entidades do Agronegócio.

- Mauricio Palma Nogueira (engenheiro agrônomo formado em 1997) – é sócio da Agroconsult de Florianópolis (SC), organizadora de duas das principais expedições técnicas realizadas no País. Percorrendo vastas distâncias, as expedições são voltadas para o levantamento de dados sobre agricultura e pecuária de corte. Categoria: Consultorias.

- Murilo Parada (engenheiro agrônomo formado em 1998) – caminhando para completar dois anos como CEO da Louis Dreyfs no Brasil, o agrônomo não tem do que se queixar em 2018. Sob sua batuta, a empresa de origem francesa irá registrar a maior movimentação de produtos agrícolas de sua história no Brasil.

- Roberto Rodrigues (engenheiro agrônomo formado em 1965) – considerado um dos principais nomes do agronegócio do Brasil, Rodrigues é coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas, embaixador especial da FAO para o Cooperativismo e doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Foi indicado como Engenheiro de 2018 pelo Instituto de Engenharia. Categoria: Universidade e Pesquisa.

Texto: Caio Albuquerque (03/12/2018)