Símbolos Esalqueanos

Bandeira

Confeccionada por Archimedes Dutra e instituída oficialmente pela Comissão de Arte e Peças Honrosas da USP, em 1976, há uma simbologia específica para cada uma das cores que compõem o estandarte da ESALQ. O marrom avermelhado, cor da Engenharia Agronômica, destaca a terra brasileira em sua plenitude e o verde, o engrandecimento nacional. A cor azul do mapa do Brasil representa a vastidão da superfície voltada em todas as frentes pela pesquisa. A cor amarela é a riqueza da terra. Gravadas em branco, sobre a faixa marrom, as siglas USP e ESALQ identificam a união Homem e Terra.

Brasão

Deusa da agricultura e da fertilidade da terra, Ceres é o símbolo maior da ESALQ. Sua imagem consta em todas as peças que identificam a instituição, além de ser invocada em seu hino. A obra que deu vida a Deusa Ceres na Escola foi desenhada em 1935, um ano após a ESALQ ter sido incorporada pela USP para sua criação, por José Wasth Rodrigues, artista gráfico e plástico, que se dedicou a heráldica, que se refere à ciência e à arte de descrever brasões e escudos. O brasão original fica na sala do Diretor da Escola e a inscrição original descreve a obra em português arcaico.

Flâmula

Criada pelo esalqueano Archimedes Dutra, mestre dentre os mestres piracicabanos da pintura, para assinalar os três quartos de século de vida da ESALQ, a flâmula traz a figura da deusa grega da agricultura, Ceres, passando majestosa sobre o solo amanhado, e sobranceira pairando acima da imagem do Edifício Central, repositório, abrigo e protetor da história da instituição e gerador da gerência do legado de Luiz de Queiroz (texto: Z.Z. Marcos).

Medalha Luiz de Queiroz

A Medalha Luiz de Queiroz, projetada pelo artista plástico Archimedes Dutra, é galardão destinado a destacar personalidades - nacionais ou internacionais - por seus méritos pessoais em atividades ligadas à Agricultura no Estado de São Paulo. É medalha circular em ouro, com três centímetros e meio de diâmetro, onde estão estampados símbolos representativos da docência, pesquisa, extensão e os múltiplos campos do conhecimento desenvolvidos pela ESALQ, suspensa por fita emblemática com as cores verde, amarela, branca e castanha avermelhada. Foi instituída pelo Decreto Estadual n.º 11.035 de 29 de dezembro de 1977, pelo governo de Paulo Egydio Martins. Clique aqui para conhecer os agraciados com a medalha.

Hino

Escrito em 1978 e apresentado pela primeira vez durante a sessão solene de colação de grau da turma daquele ano, realizada em 11 de janeiro de 1979, o Hino da ESALQ foi cantado pelos formandos, sob regência do próprio autor, professor Zilmar Ziller Marcos, que compôs letra e música da canção. Formado pela turma de 1955, o professor Zilmar doou os direitos da composição à Escola em 1984, sendo instituído, como hino oficial, dois anos depois. A partitura original tem arranjo para piano do maestro Egildo Pereira Rizzi e revisão final de Tonyan Khallyhabby. Em 1986, Rizzi fez o arranjo para banda marcial e orquestra sinfônica. Clique aqui para ouvir o hino, obter a partitura e assistir o vídeo.

Ode

Entoada em público pela primeira vez durante o encerramento da reunião ordinária da Congregação do ano Jubilar da Escola, quando completou 75 anos, em 1976, a Ode à ESALQ foi lida pelo seu autor, professor Salvador de Toledo Piza Júnior. Porém, a Ode só foi incorporada ao patrimônio cultural da ESALQ no aniversário de 80 anos da Instituição, em 3 de junho de 1981. O poema épico é sempre apresentado ao final da cerimônia de colação de grau e no encerramento da Semana Luiz de Queiroz. Clique aqui para ouvir a ode.